Thursday, August 12, 2004

Para reflectir...


"... E de novo acredito que nada do que é importante se perde
verdadeiramente.

Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas,
dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei,
todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se
apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu
para sempre."

Sousa Tavares... (Escritor português, a propósito da perda de
sua Mãe, a escritora e poetisa Sophia de Mello-Breyner)

Caso Tunguska - Ultima hora (rtp1 - teletexto - pag 226)


Destroços de nave extraterrestre encontrados, dizem cientistas russos

Um grupo de cientistas russos diz ter descoberto destroços de uma nave de extraterrestres no local de uma explosão inexplorada, na Sibéria há quase cem anos.

Os investigadores dizem que encontraram vestígios de um aparelho extraterrestre que alegadamente se despenhou perto do rio Tunguska na Sibéria em 1908.

A agência noticiosa Interfax diz que os cientistas estão a tentar obter um subsídio do Estado, de modo a poderem investigar este fenómeno. Os cientistas também afirmam ter descoberto uma pedra com 50kg, que enviaram para analisar em Krasnoyarsk, uma cidade da Sibéria.
A explosão no Tunguska, numa parte isolada da Sibéria, é um dos maiores mistérios científicos do século XX. A 30 de Junho de 1908, o que se acreditava ser um meteorito explodiu a alguns quilómetros do rio Tunguska, e devastou cerca de 2.000 Km² de floresta
.

Caso Tunguska - O acontecimento de 30 de junho de 1908

Na manhã do dia 30 de junho de 1908, exatamente às 7.17 horas e 11 segundos (Tempo local, correspondente a 0.17 horas UTC), várias enormes explosões sacudiram o silêncio das infinitas extensões das terras montanhosas da Sibéria Média. Minutos antes mais de 900 testemunhas oculares registradas visualizaram estranhas aparições no céu da região. De importância central foi um objeto cilíndrico luminoso como o sol que passou trovejando de sudeste a noroeste sobre a bacia do rio "Tunguska pedregosa". Com isto estremeceram as casas do posto comercial Vanavaara e em muitos locais as xícaras nas prateleiras tremeram. Os rios Angara e outros ficaram com altas ondas. O objeto mudou sua direção de vôo várias vezes durante o vôo. Testemunhas confirmam uma mudança de direção destas sobre Keschma em direção leste. Sobre Preobrashenska houve outra mudança de direção destas. A última visualização do objeto foi 60 km ao norte de Vanavaara.
Pouco depois do desaparecimento do objeto do campo de visão das testemunhas "o céu se abriu no horizonte e surgiu uma gigantesca nuvem de fumaça". Imediatamente depois iniciou uma série de detonações que liberou uma quantitade de energia correspondente a 2000 bombas de Hiroshima. A terra tremeu ainda a 1000 km de distância e um maquinista do Ferrovia Transsiberiana acionou o freio de emergência porque acreditava que a caldeira da sua locomotiva tivesse explodido.
Toda a população da região entrou em pânico. Muitas hipóteses giraram sobre um recomeço da guerra russa-nipônica sobre a Mandschuria e que os japoneses atacaram a região de Angara. Os habitantes originais da região, os Ewencos, acreditaram tratar-se de um castigo de seu deus Ogdi, que daria início ao fim do mundo.
Numa aldeia dos Ewencos a apenas 20 km do local das principais explosões as pessoas, o gado e as tendas deste povo nômade foram atirados pelo ar. A onda da explosão destruiu 2150 km2 de áreas de floresta. 200 km2 destes foram incendiados e destruídos pelos raios [1] que acompanharam a explosão. No inferno que se seguiu manadas inteiras de renas foram queimadas.
A explosão ocorreu com uma intensidade de uma bomba de 15 MT [2] e originou uma onda de explosão que deslocou-se por todo o planeta, tendo sido identificada nitidamente por observatórios de toda a terra. Os recém-inventados sismógrafos de diversas estações de registro der terremotos, incluindos os de Berlim, Irkutsk, Taschkent e Tiflis, registraram o acontecimento. Aproximadamente 5 minutos depois do registro do sismógrafo o observatório de Irkutsk, a 1000 km de distância, registrou uma anomalia magnética com 5 horas de duração que se assemelhou a uma tempestade do campo magnético terrestre [3] como as que seguem a explosões atômicas. As agulhas das bússulas giravam como loucas e indicavam as direções mais diversas possíveis.
As noites que se seguiram ao acontecimento não escureceram mais em grandes regiões da Asia e da Europa. Já a partir de 23 de junho até o início de agosto foram observadas luzes polares incomuns [4] . O acontecimento se deu numa das regiões mais inacessíveis e menos povoadas da terra e não foi inicialmente considerado pela opinião pública mundial. Isso apesar dos jornais das metrópoles estarem cheias de notícias sobre aparições luminosas estranhas, noites brancas e luzes polares, tudo sendo interpretado como reflexões de poeiras estratosféricas relacionadas a uma erupção na ilha Iwan Bogoslof, nas Aleutas. O jornal "Morgenpost" de Berlin, de 3 de julho de 1908, suspeitava inicialmente de anomalias magnéticas relacionadas a uma mancha solar especialmente ativa naqueles dias.

Saturday, August 07, 2004

A Aceleração do Tempo


A ACELERAÇÃO DO TEMPO

A aceleração do tempo está encurtando os nossos dias em torno de 50%. Em função do AUMENTO DA FREQÜÊNCIA VIBRATÓRIA DO PLANETA TERRA, 12 horas equivalem agora a um dia inteiro, ou seja, a 24 horas. A sensação psíco-mental é de 12 horas, mas na verdade é equivalente a 24 horas. Daí muitos dizerem: "O tempo está passando muito rápido, não sobra mais tempo para nada".

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http://www.jornalexpress.com.br/noticias/imagem.php?id_jornal=8908&id_noticia=58> A vibração planetária começou a acelerar a partir do ano de 1971, processo que se intensificou muito nos últimos anos. O que isso significa?Que o dia, hoje, não tem a mesma duração de um dia anterior ao ano de 1971. A vibração planetária está, atualmente, em 33 ciclos/seg. Isto quer dizer que o dia (que antes de 71 tinha 24 horas) hoje tem somente 13 horas e 12 minutos. Mas e os relógios? Por que não marcam essa diferença?

Velocidade do Tempo

As pessoas dinâmicas e laboriosas estão percebendo que o tempo não está sendo mais suficiente para terminar uma tarefa que antes podia ser feita num tempo menor. O comentário é quase que geral. É claro que este fato é percebido somente pelas pessoas mais observadoras. De fato, são as pessoas mais velhas as mais aptas para verificar que houve uma alteração do tempo. Por serem mais vividas, elas têm o passado como referência e por isto podem sentir a diferença dos tempos. Mas como isto seria uma coisa incrível, elas mesmo recorrem ao relógio e constatam que não há nada errado com o tempo. O relógio é o aparelho que mede a duração do tempo e como ele mediu vinte e quatro horas exatas na virada de um dia para o outro, nada está errado, tudo não passa de falsa impressão.

Será que é mesmo assim?

Informações de pessoas estudiosas, ligadas a ufologia, esoterismo e canalizadoras de mensagens extraterrestres afirmam que o tempo, neste fim de século, está realmente andando mais rápido, porque a Terra está girando em torno de seu eixo imaginário com maior velocidade. Afirmam também que as partículas subatômicas estão vibrando numa freqüência maior e que o nosso planeta já está a meio caminho da quarta dimensão.

Na verdade, a unidade de tempo que nós utilizamos é o dia solar (24 horas), que é um giro do nosso planeta ao redor de si mesmo em relação ao Sol. Eu digo isto porque, existe também o dia sideral (23 h 56 m 04 s) que é um giro da Terra, mas em relação ao espaço sideral. Ora, se a Terra está girando mais rápido, o relógio deveria acusar esta diferença. O observador fica sugestionado pelo relógio, que funciona como se fosse a testemunha do tempo e assim afasta toda a suspeita antes estabelecida. Ele acaba chegando à conclusão de que está mesmo é ficando velho, como dizia o meu nobre colega. Assim ele abandona sua busca e fica estacionário nas suas investigações. Afinal, será possível que a Terra está girando mais rápido?

Vejam bem!

Relógios:

Os diversos tipos de relógios foram feitos para medir o tempo. Existem relógios mecânicos, eletrônicos e atômicos. Os relógios mecânicos são os mais antigos e ainda são usados até hoje. Eles possuem um mecanismo de escape que dá a marcha certa do tempo. Este dispositivo é formado essencialmente por um balanço regulável. Nos relógios de pulso, este balanço tem uma forma de um volante de carro, preso num eixo e numa mola delicada chamada pelos relojoeiros de cabelo.

O balanço gira para um lado e para outro emitindo o famoso ruído de tic-tac. Existe uma pequena alavanca para apertar ou afrouxar o cabelo, regulando a marcha do relógio. Também os relógios de parede possuem um pêndulo que pode ser regulado através de uma porca, alterando seu comprimento, assim permitindo modificar sua marcha. Estes relógios mecânicos, geralmente fabricados na Suíça, quando eram trazidos para as regiões tropicais precisavam de serem regulados.

Por que eu estou dizendo isto? Porque tudo isto tem relação com a velocidade de rotação da Terra. Nas proximidades do Equador a gravidade é menor, devido a velocidade linear ser maior, alterando a marcha dos relógios mecânicos.

O que foi exposto, podemos tirar a conclusão que se a Terra tiver sua velocidade de rotação alterada para mais, a gravidade diminuirá, reduzindo também o peso do referido balanço, acelerando sua marcha. Então uma coisa vai compensar a outra. Deste modo, os relógios mecânicos não podem denunciar a alteração da velocidade da Terra.

Por outro lado, tanto os relógios eletrônicos como os atômicos, são constituídos de materiais susceptíveis de alteração com a aceleração das partículas subatômicas. Os relógios eletrônicos possuem um cristal de quartzo (SiO2 - dióxido de silício) que pulsa numa freqüência exata dando-lhes a marcha adequada. Já os relógios atômicos têm uma pedra de césio que emite radioatividade constante. O fluxo regular desta radiação é que controla a marcha do relógio. Esta pedra de césio também sofre efeitos da aceleração das partículas subatômicas.

Conclusão, os relógios estão nos dando uma informação que é relativamente correta, porém absolutamente falsa. O motivo que faz as pessoas perceberem a mudança de tempo é o descompasso entre o tempo disponível e a velocidade de nossas atividades. Nesta passagem de milênio, ninguém consegue acelerar sua capacidade de trabalho a ponto de acompanhar a aceleração do tempo atual.

Se a Terra estiver girando mais rápido, vai causar diminuição do peso dos objetos na sua superfície. Pela lógica, um automóvel ficaria mais leve e conseqüentemente suas molas empurrariam a sua carroceria mais para cima. Os pára-lamas do carro ficariam mais afastados das rodas e o veículo mais elevado. Mas isto também não está acontecendo aos olhos do observador. Assim cada pessoa poderá deduzir que a gravidade continua sendo a mesma e que tudo continua tão normal que nem chega a chamar a atenção. Na realidade, as aparências podem nos iludir, pois as molas também seriam afetadas pela aceleração das partículas atômicas causando perda da força propulsora, na mesma proporção da aceleração da velocidade de rotação terrestre. As molas dos automóveis são feitas de aço que é uma liga de ferro, manganês e outros metais acessórios, dependendo do seu tipo. Esses elementos atômicos do aço, com certeza, também estariam sofrendo os efeitos da aceleração dimensional.

De tudo que foi explicado, fica então demonstrado como a nossa lógica, própria e residente no lado esquerdo do nosso cérebro, é falha. Como é difícil para nós percebermos as realidades! A única forma de aguçar esta percepção é aumentar nossa atenção com a intuição que é própria do lado direito do nosso cérebro e mais ainda aprimorar nossa análise no jogo de raciocínio que envolve diversos padrões e paradigmas.
Pensem nisto!

Na nossa vida prática é freqüente depararmos com o dilema de decidir entre a lógica e a intuição. Na maioria das vezes optamos pela lógica e só mais tarde percebemos que erramos por desprezar a intuição. Ela é o resultado conjuntural de nossas percepções extrasensoriais - é ela que nos mostra a mudança na velocidade do tempo assim como muitas outras alterações que estão acontecendo conosco e no mundo que nos rodeia, neste período maravilhoso de transição. Vamos descontrair, relaxar, abrir o nosso coração e deixar fluir a nossa intuição! Ela é que nunca se engana.

Wednesday, August 04, 2004

O Ponto Zero e a Mudança das Eras


Profecias ancestrais e diversas tradições indígenas anteviram o fenômeno.
Mas agora para surpresa de muita gente, é a própria ciência que começa a
reconhecer importantes mudanças no campo magnético e na freqüência
vibratória da Terra.

O ápice do processo, que segundo alguns especialistas, deverá ocorrer em
alguns anos provavelmente provocará a inversão do sentido da rotação do
nosso planeta e também a inversão dos pólos magnéticos.
O texto que o Guia Lótus agora veicula é baseado nas informações que enfoca o
trabalho do geólogo norte-americano Greg Braden, maior estudioso do
fenômeno.

Braden trabalha a partir da interface ciência-esoterismo e é autor do livro
Awakening to Zero Point (Despertando para o Ponto Zero ? ainda não traduzido
para o português) e de um vídeo de quatro horas sobre o fenômeno e suas
possíveis conseqüências para a humanidade.

Greg Baden está constantemente viajando pelos Estados Unidos e marcando
presença na mídia demonstrando com provas científicas que a Terra vem
passando pelo Cinturão de Fótons e que há uma desaceleração na rotação do
planeta. Ao mesmo tempo, ocorre um aumento ne freqüência ressonante da Terra
(a chamada Ressonância de Schumann).
Quando a Terra perder por completo a sua rotação e a frequência ressonante
alcançar o índice de 13 ciclos, nós estaremos no que Braden chama de Ponto
Zero do campo magnético. A Terra ficará parada e, após dois ou três dias,
recomeçará a girar * só que na direção oposta. Isto produzirá uma total
reversão nos campos magnéticos terrestres.

Frequência de Base Crescente
A frequência debasedaTerra,ou"pulsação"(chamada Ressonância de Schumann, ou
RS), está aumentando drasticamente. Embora varie entre regiões geográficas,
durante décadas a média foi de 7 e 8 ciclos por segundo. Esta medida já foi
considerada uma constante; comunicações globais militares foram
desenvolvidas a partir do valor desta frequência. Recentes relatórios
estabeleceram a taxa num índice superior a 11 ciclos. A ciência não sabe
porque isso acontece ? nem o que fazer com essa situação.

Greg Baden encontrou dados coletados por pesquisadores noruegueses e russos
sobre o assunto ? que, por sinal, não é amplamente tratado nos Estados
Unidos. A única referência à Rs encontrada na Biblioteca de Seattle está
relacionada à meteorologia: a ciência reconhece a RS como um sensível
indicador de variações de temperatura e condições amplas de clima. Braden
acredita que a Rs flutuante pode ser fator importante no desencadeamento das
severas tempestades e enchentes dos últimos anos.
Campo Magnético decrescente
Enquanto a taxa de "pulsação" está crescendo, seu campo de força magnético
está declinando. De acordo com professor Banerjee, da Universidade do Novo
México ? EUA, o campo reduziu sua intensidade à metade, nos últimosquatro
(4) mil anos. E como um dos fenômenos que costuma preceder a inversão do
magnetismo polar é a redução deste campo de força, ele acredita que outra
inversão deve estar acontecendo.

Braden afirma, em função disso, que os registros geológicos da Terra que
indicam inversões magnéticas também assinalam mudanças cíclicas ocorridas
anteriormente. E, considerando a enorme escala de tempo representada por
todo o processo, devem ter ocorrido muito poucas dessas mudanças ao longo da
história do planeta.

Impacto Sobre o Planeta
Greg Braden costuma afirmar que estas informações não devem ser usadas com o
objetivo de amedrontar as pessoas. Ele acredita que devemos estar preparados
para as mudanças planetárias, que irão introduzir uma Nova Era de Luz para a
humanidade: iremos além do dinheiro e do tempo, com os conceitos baseados no
medo sendo totalmente dissolvidos.
Braden lembra que o Ponto Zero ou a Mudança das Erasvem sendo predito por
povos ancestrais há milhares de anos. Têm acontecido ao longo da história do
planeta muitas transformações geológicas importantes, incluindo aquelas que
ocorrem a cada treze (13) mil anos, precisamente na metade dos vinte e seis
(26) mil anos de Precessão dos Equinócios.

O Ponto Zero ou uma inversão dos pólos magnéticos provavelmente acontecerá
logo, acredita Braden. Poderia possivelmente sincronizar-se com o biorritmo
de quatro (4) ciclos da Terra, que ocorre a cada vinte (20) anos, sempre no
dia 12 de agosto. A próxima ocorrência é em 2003.
Afirma-se que depois do Ponto Zero o sol nascerá no oeste e se porá no
leste. Ocorrências passadas, deste mesmo tipo de mudança, foram encontradas
em registros ancestrais.

Os Reflexos na Vida Humana
Greg Braden assinala que as mudanças na Terra estarão afetando cada vez mais
nossos padrões de sono, relacionamentos, a habilidade de regular o sistema
imunológico e a percepção do tempo. Tudo isso pode envolver sintomas como
enxaquecas, cansaço, sensações elétricas na coluna, dores no sistema
muscular, sinais de gripe e sonhos intensos.

Ele associa uma série de conceitos de ordem esotéricos aos processos
geológicos e cosmológicos relacionados ao Ponto Zero. Para Braden, cada ser
humano está vivendo um intenso processo de iniciação. O tempo parecerá
acelerar-se à medida que nos aproximarmos do Ponto Zero, em função do
aumento da frequência vibratória do planeta:16 horas agora equivaleriam a um
dia inteiro, ou seja, 24 horas.

Durante o fenômeno da mudança, aponta ele, a maior parte de tecnologia que
conhecemos deverá parar de operar. Possíveis exceções poderiam ser em
aparelhos com tecnologia baseada no "Ponto Zero" ou Energia Livre.
A inversão causada pelo Ponto Zero provavelmente nos introduzirá à Quarta
Dimensão, diz o geólogo, então tudo que pensarmos ou desejarmos vai se
manifestar instantaneamente. Isto inclui amor e medo. Daí que a intenção
passará a representar um papel de suma importância na vida humana.
Um Novo DNA

Para Braden, nosso corpo físico vem mudando à medida que nosaproximamos do
Ponto Zero. Nosso DNA estaria sendo ampliado para doze (12) fitas em sua
hélice, ao mesmo tempo em que um novo corpo de luz começaria a ser criado.Em
Conseqüência: nos tornaríamos mais intuitivose com maiores habilidades
curativas.

Ele afirma também que todas as doenças dos anos 90, incluindo a AIDS,
desaparecerão. Nossos olhos ficariam como os do gato, para se ajustarem à
nova atmosfera e nível de luz. E todas as crianças nascidas depois de 1998
provavelmente terão capacidades telepáticas.

O Calendário Maia destaca Braden, predisse todas as mudanças que estão
ocorrendo agora. Seus textos afirmam que estamos indo além da tecnologia e
voltando aos ciclos naturais: os da Terra e os do Universo. Por volta de
2012 estaríamos então entrado na Quinta Dimensão (depois do salto pata a
Quarta Dimensão, que deverá ocorrer no próprio Ponto Zero).
O que é Ressonância de Schumann
Acredite ou não, a Terra se comporta como um enorme circuito elétrico. É
verdade que a atmosfera é um condutor bastante fraco e se, não houvessem
fontes de carga, toda a carga elétrica terrestre se disseminaria em cerca
dedez (10) minutos.

Existe uma "cavidade" definida pela superfície do planeta e o limite
interior da ionosfera * 55 km acima. Em qualquer momento dado, a carga
presente nesta cavidade é de 500.000 C (Coulumbs). Existe uma corrente de
fluxo entre o chão e a ionosfera de 1 a 3* 10-12 A (Ampéres) por metro
quadrado. A resistência da atmosfera é de 200 W (Ohms). O potencial de
voltagem é de 200.000 V(Volts).

Aproximadamente 1.000 tempestades luminosas acontecema todo o momento no
mundo. Cada uma produz de 0,5 a 1 A (Ampére), e elas, juntas, contribuem
para a medida total do fluxo da corrente na"cavidade eletromagnética" da
Terra.

As Ressonâncias de Schumann são ondas eletromagnéticas quase estáticas que
existem nesta cavidade. Como ondas de uma mola, elas não estão presentes o
tempo inteiro, e sim têm de ser estimuladas para serem observadas. Elas não
são causadas por nada que acontece no interior da Terra, sua crosta ou seu
núcleo. Parecem estar relacionadas à atividade elétrica na atmosfera,
particularmente em períodos de intensa atividade luminosa. Elas ocorrem em
diversas freqüências
Entre 6 e 50 ciclos p/s; especificamente 7, 8, 14, 20, 26, 33, 39 e 45
Hertz, com uma variação diária de cerca de 0,5 Hertz.

Manchas Solares

Enquanto as propriedades da cavidade eletromagnética da Terra permanecem as
mesmas, estas freqüências também permanecem inalteradas. Presumivelmente, há
uma mudança devida ao ciclo da mancha solar, já que a ionosfera da Terra
responde ao ciclo de 11 anos de atividade solar. Ressonâncias de Schumann
são mais facilmente observadas entre 2.000e2200 UT.
Tendo em vista que a atmosfera suporta uma carga, uma corrente e uma
voltagem, não é surpreendente encontrar tais ondas eletromagnéticas. As
propriedades ressonantes desta cavidade terrestre foram previstas
inicialmente pelo físico alemão W.ºSchumann entre 1.952 e 1.957, e
detectadas pela primeira vez por Schumann e Konig em 1.954.
A primeira representação espectral desse fenômeno foi preparada por Balser e
Wagner em 1.960. Muito da pesquisa, nos últimos 20 anos, foi conduzida pela
Marinha norte-americana, que investiga freqüências extremamente baixas de
comunicação com submarinos. Quem deseja mais informações técnicas, pode
buscar o Handbook of Atmospheric Electrodynamies, vol, 1, de Hans Volland
(CRC Press, 1.995). O capítulo 11 inteiro é sobre a Ressonância de Schumann,
tendo sido escrito por Davis Campbel, do Instituto Geofísico da Universidade
do Alaska.

"Ao entardecer dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela
manhã: hoje haverá tempestade porque o céu está vermelho escuro. Hipócritas!
Sabeis portanto discernir os aspectos do céu, e não podeis reconhecer os
Sinais dos Tempos?" -SÀO MATEUS ? XVI, 2,24.
De autor incógnito escrito em 82, mas mostra o perfil atual do humanidade
Observa-se, por toda a face da Terra, significativos sinais de uma grande
mudança!
Toda a humanidade se encontra num estado de "tensão" e
"expectativa".Expectativa de quê? Ninguém sabe ao certo, mas é um fato e ela
existe, como bem o demonstra a insegurança pública.

Os mais céticos, afirmam ser devido à contingente situação atual da
sociedade mundial. Alguns sociólogos afirmam ser devido às armas nucleares,
ao chamado "equilíbrio do terror", cujo arsenal nuclear é suficiente para
destruir todo o planeta mais de uma centena de vezes. Já os ocultistas
afirmam que estes "sintomas planetários sociais" são o "Inconsciente
Coletivo" prognosticando uma terrível e implacável seleção ou separação do
trigo do joio, proveniente de um grande "Julgamento Cíclico".
Em verdade, contudo, podemos apenas afirmar que: Os tempos esperados já
chegaram" e que pouco importa se os homens estejam ou não conscientes disto.
Ademais, o real conhecimento da Causa que tanta repercussão vem fazendo
refletir na insegura humanidade, pertence somente àqueles que se fizeram
dignos de tais revelações. Já um certo discípulo teve ocasião de dizer:
"Quatro círculos concêntricos se apresentam atualmente para definirem a
evolução espiritual dos seres que habitam a face da Terra:
o 1o, ou externo, é formado pelos "irremediavelmente perdidos" ou seja,
aqueles que se defrontaram com o dantesco portal onde se lê ainda as
seguintes palavras: LASCIATE OGNI SPERANZA, O VOI CH?ENTRATE.Sim, para
estes, foram perdidas todas as esperanças;
o 2o , "dos "prováveis", ou aqueles que lutam como: RARINANTES IN GURGITE
VASTO (raros náufragos nadando num vasto abismo),para se salvarem da grande
tribulação do presente ciclo, que a tudo e a todos ameaça destruir;
o 3o círculo, é formado pelos já redimidos ou salvos, ou seja, aqueles que
passaram por todas as provas dolorosas da vida e delas saíram vitoriosos;
finalmente, o 4o grupo, formado pelos guias ou instrutores da humanidade. Os
que se acham ocultos no interior do templo dedicado ao culto de Melkitsedek,
e que outro não é senão o da Universidade Eucarística, o GRAAL de todos os
Graals, sintetizados na Fraternidade Universal da Humanidade.
Estes últimos seres a que se refere a citação acima, muito bem sabem que há
de suceder num futuro próximo e muito mais. Sabem ainda a razão porque a
divindade manifestar-se-á como a "Face Rigorosa" (em lugar da amorosa) do
Eterno e Soberano Senhor dos Universos.

De qualquer forma, para os cegos de espírito, que obstinadamente negam este
futuro óbvio, eis os conselhos do sábio Sacerdote Atlante RA-UM.

"Quando a estrela BAAL caiu no lugar, onde hoj,e só existe mar e céu, os dez
países, com suas Portas de Ouroe Templos Transparentes, tremeram e
estremeceram como se fossem as folhas de uma árvore sacudida pela tormenta.
Eis que uma nuvem de fogo e fumaça se elevou dos palácios. Os gritos de
horror lançados pela multidão enchiam o ar. Todos buscavam refugio nos
templos, nas cidades, e o sábioMU apresentando-se, lhes falou:" Não vos
predisse eu todas essas coisas?"Os homens e mulheres cobertos de custosas
vestes e pedras preciosas clamavam: "UM, salva-nos!" Ao que replicou MU:
"Morrereis com vossos escravos, vossas riquezas, e de vossas cinzas surgirão
outros povos. Se eles, porém, vos imitarem, esquecendo-se de que devem ser
superiores, não pelo que adquirirem, mas pelo que oferecerem, a mesma sorte
lhes caberá. O mais que posso fazer é justamente morrer convosco. Não
tiveste dignidade para viver tenham pelo menos dignidade para morrer".
As chamas e o fumo afogaram as últimas palavras de MU que, de braços abertos
para o ocidente desapareceu nas profundezas do oceano com 64 milhões de
habitantes do imenso continente.

O parágrafo abaixo se refere a dados relativos à última
anotação sobre a freqüência de Schumann (09.03.2002)
Com relação a aceleração da frequência planetária tivemos a felicidade de
saber que ela acelerou mais um pouco no último sábado (passou de 28 para 27
ciclos e quanto mais baixa menor o tempo e mais facilidade de contato com os
seres). Assim nosso tempo, que até 1971 correspondia a 24 horas, atualmente
está em menos de 12 horas por dia..

Obs. A sensação psico-mental é de que 12 h é equivalente a 24h. Daí muitos
dizerem "O tempo está a passar mais rápido, não sobra tempo para nada".

Monday, August 02, 2004

Bases Alienigenas na Lua

Segue-se um trecho de We Discovered Alien Bases on the Moon (Descobrimos Bases Alienígenas na Lua) de autoria de Fred Steckling, 1981.
Em 25 de maio de 1961, o presidente John F. Kennedy estabeleceu para os Estados Unidos a meta de, antes do final daquela década, colocar um homem na Lua e traze-lo de volta em segurança à Terra. Mas, como acontece com a maioria das novas aventuras da humanidade, houve alguns percalços.
Em 27 de janeiro de 1967, um incêndio a bordo da Apolo 1 matou três astronautas norte-americanos. Um curto-circuito pôs fogo na atmosfera de oxigênio puro da cápsula espacial Apolo, produzindo em segundos muitíssimo calor. A mistura atmosférica depois foi alterada, tornando-se mais segura. Melhorias nas cápsulas Apolo, bem como em várias missões orbitais lunares Apolo, resultaram na aterrissagem triunfal da Apolo 11 na Lua em 20 de julho de 1969. A inscrição na placa do módulo de alunagem dizia: "Neste local homem do planeta Terra pela primeira vez pisou na Lua, julho de 1969 d.C. Viemos em paz em nome de toda a humanidade."
Como as nossas missões Apolo foram bem divulgadas na Terra, ficando praticamente todos os cidadãos informados acerca de nossa primeira aterrissagem, pode-se especular com segurança que a mensagem da placa não se destinava a ser lida por seres da Terra. Existem pessoas nos círculos científicos que me deram a entender que esse fato por si mesmo é prova de que se espera que outras pessoas, não desta Terra, leiam a placa. Na Terra, as placas só são colocadas num lugar quando se tem certeza de que serão vistas e lidas. A Lua não é certamente exceção.
Por ocasião do encerramento do programa Apolo, os astronautas norte-americanos tinham passado cerca de 160 homem-horas explorando a Lua, a pé e utilizando Exploradores movidos a eletricidade. Os astronautas conduziram muitas experiências de vários tipos e trouxeram, ao todo, aproximadamente 360 quilos de rochas e solo lunar de suas missões.
As informações provenientes das aterrissagens da Apolo ocuparam a atenção dos cientistas durante muitos anos. Embora seja verdade que grande parte dos dados foi analisada, também é verdade que muitos foram ignorados por causa da redução das verbas concedidas à NASA e a decorrente perda de pessoal. Há boatos de que grande quantidade de solo e numerosas rochas lunares desapareceram misteriosamente no decorrer dos anos. Numa recente viagem a Washington, D.C., visitei novamente o Museu Smithsoniano. Desta vez, encontrei uma extensa seleção de rochas lunares exibidas na seção de pedras preciosas da instituição. Observei cuidadosamente estes espécimes raros. Sem ter muito conhecimento geológico, posso todavia afirmar categoricamente que quaisquer destas pedras poderiam ser substituídas por uma amostra adequada de uma rocha da Terra e ninguém notaria a diferença.
Foram as seguinte as missões Apolo:Apolo 8: 21 a 27 de dezembro de 1968, fotografou a Lua enquanto estava em órbita. Os astronautas dessas missões foram Borman, Lovell e Anders. A Apolo 8 trouxe uma série notável de fotografias coloridas do lado escondido da Lua.Apolo 10: 18 a 26 de maio de 1969, foi um vôo orbital lunar tripulado pelos astronautas Stafford, Young e Cernan.Apolo 11: 16 a 24 de julho de 1969, a primeira alunagem tripulada realizada pelos astronautas Armstrong e Aldrin. O astronauta Collins comandou a nave-mãe que permaneceu na órbita lunar, esperando o retorno dos primeiros homens a andar na Lua.Apolo 12: 14 a 24 de novembro de 1969, outra alunagem lunar bem-sucedida, os astronautas Conrad e Bean caminharam na Lua e o astronauta Gordon ficou em órbita lunar aguardando seu retorno.Apolo 13: 11 a 17 de abril de 1970, astronautas Lovell, Swigert e Haise a bordo. A Apolo 13 foi o malfadado vôo, não foi tentada a aterrissagem na Lua por causa de uma misteriosa explosão ocorrida anteriormente num dos tanques de oxigênio. Porém, os astronautas da Apolo 13 cumpriram suas missões fotográficas a partir da órbita lunar.Apolo 14: 31 de janeiro a 9 de fevereiro de 1971, chegou à Lua sem dificuldades e aterrissou com segurança. Os astronautas Shepard e Mitchell caminharam na Lua enquanto o astronauta Rossa pilotava a nave-mãe na órbita lunar.Apolo 15: 26 de julho a 7 de agosto de 1971, outra missão de aterrissagem bem-sucedida, os astronautas Scott e Irwin realizavam experiências na Lua, enquanto o astronauta Worden esperava seu retorno na nave-mãe. Deve-se dizer que todos os astronautas que pilotavam a nave-mãe tinham sua parte de experiências a realizar, bem como numerosas missões fotográficas. Além disso, as mensagens de rádio enviadas pelos astronautas que estavam na Lua eram transmitidas à Terra pela nave-mãe. O público deve entender que os astronautas que não puderam andar na Lua merecem tanto respeito e crédito quanto os que andaram.Apolo 16: 16 a 27 de abril de 1972, aterrissou na Lua e os astronautas Young e Duke realizaram experimentos na superfície. O astronauta Mattingly ficou orbitando a Lua, esperando o regresso de seus companheiros exploradores lunares.Apolo 17: 7 a 19 de dezembro de 1972. Foi a última missão Apolo de alunagem, o local de alunagem ficava no vale Taurus-Littrow. A tripulação da Apolo 17 era composta pelo astronauta Cernan, cientista astronauta Schmitt, e o astronauta Evans, que ficou circulando na órbita lunar. A Apolo 17 também fotografou de forma intensiva o lado oculto da Lua. A área da cratera King parecia ser um de seus principais objetivos.
Muitos cientistas sérios ficaram desapontados com a interrupção do programa Apolo, que terminou abruptamente com o vôo da Apolo 17. Ainda havia tanto que precisava ser explorado na Lua e tantas perguntas e mistérios ainda a serem solucionados.Como eu, outras pessoas que estudaram grande número das fotografias da NASA, chegaram à inegável conclusão de que descobrimos coisas demais lá em cima. Por essa razão, paramos de forma tão abrupta.
Os autores do livro, Alternative 3, publicado na Grã-Bretanha, sugerem que nosso programa de exploração lunar prosseguiu, mas sob total sigilo. Acho que eles estão corretos, e concordo que temos explorado a Lua secretamente com veículos propulsados pelo eletromagnetismo, não muito diferente daqueles que vêm nos visitar vindos de outros mundos, a não ser pelo tamanho.
Se algumas nações da Terra tivessem conseguido duplicar nem que fosse o menor dos UFOs caídos na Terra nos últimos 30 anos, teriam descoberto meios ilimitados de transporte, não detectáveis pelos equipamentos de observação da Terra. Alternative 3 sugere que é isso o que acontece, e que nos reunimos aos seres vindos de outros mundos na Lua, construindo bases e realizando estudos. Nos nossos dias, quando tantas coisas são silenciadas, distorcidas e ocultas, e quando o silêncio, medo e desconfiança dominam nossas vidas, isso parece realmente bem possível, que há um pouco de verdade em todas essas especulações.
POR TRÁS DOS MISTÉRIOS LUNARES
No nosso tempo de colégio, ensinaram-nos um conjunto de fatos relativamente completos sobre a Lua. Disseram-nos e, estranhamente, ainda nos dizem hoje, que a Lua não apresenta condições de sustentar vida, não tem ar, é coberta de crateras de vulcões extintos, sendo, falando sem rodeios, um globo de rocha morta. O problema é que esses "fatos" já não são aceitáveis, pois nossas explorações lunares feitas pelas missões Apolo trouxeram provas cabais que mostram o contrário.
Décadas atrás, muito antes de a moderna ciência espacial ser desenvolvida, os astrônomos ficavam confusos com o que seus telescópios revelavam na Lua. "Cidades em crescimento." Centenas de cúpulas lunares foram então mapeadas. Luzes isoladas, explosões e outras estranhas sombras geométricas, inexplicáveis com base nas leis naturais conhecidas, foram observadas por astrônomos profissionais e também amadores. Vamos estudar os registros. Há alguma coisa se deslocando ali em cima, fazendo ondular luzes, cortando montanhas, construindo cúpulas, muros, pirâmides, túneis e reservatórios de água com paredes reforçadas. Se não existe ar na Lua, existe um ótimo substituto, algo que sustenta nuvens, refrata luz e incendeia meteoros. A ciência está confusa com o fato de que algumas imensas crateras lunares são, na verdade, vulcões ativos. Durante as missões Apolo, foram observadas e medidas erupções vulcânicas e tremores lunares. Longe de estar morta, pode-se notar que a Lua tem algo que cresce e muda com as estações. Que mais poderia ser além de vegetação? As descobertas feitas pelos programas de exploração lunar dos EUA e URSS são tão surpreendentes, tão incríveis, que virtualmente provocaram muitas noites de insônia aos cientistas.
Cento e trinta anos atrás, o astrônomo Gruithuisen observou, ao norte da cratera Schrocter, formações de linhas cruzadas e quadrados que apresentam semelhança surpreendente com fotografias aéreas de bairros e ruas de cidades tiradas a grandes altitudes. Embora o astrônomo Gruithuisen tenha sido rotulado de excêntrico na época, seus detratores não conseguiram oferecer nenhuma explicação melhor para a formação. Contudo, formações semelhantes foram descobertas depois, na década de 1930, pelo Observatório Mt. Wilson. Quando o telescópio de cem polegadas foi apontado na direção da cratera Gassendi, foi fotografado um notável "sistema de tubos" (vejam a ilustração nº 1). Enquanto algumas dessas construções cresciam, outras foram removidas.
Muito tempo atrás, o astrônomo Nininger descobriu o que parecia ser um túnel translúcido de cerca de 32 quilômetros de comprimento ligando as crateras Messier e W. H. Pickering. Em dezembro de 1915, a cratera Aristarco fez uma surpresa natalina aos observadores na forma de um lindo muro negro novo que não estava lá antes. Corre do centro para a beirada, muito parecido com os muros e tubos interligados da cratera Gassendi. Em 1972, os "construtores de barreiras" lunares mostraram-se extraordinariamente ativos. Três longas barreiras ou objetos de aspecto artificial apareceram no soalho da cratera Arquimedes. Depois, não muito longe foram descobertos mais três objetos, dispostos na forma de um triângulo. Neste período, a revista astronômica francesa L. Astronomie relatou a existência de um longo muro encurvado e de um reto, com arcos, que apresentavam incrível semelhança com um viaduto, ou um tipo de ponte.
Em novembro de 1970, meu filho e eu realizamos estudos lunares sérios da área Arquimedes. Usamos nosso refletor de 12 e 1/2 polegadas. A elevação de observação era de 14.935,2 metros acima do nível do mar. Certa noite, para nossa surpresa, avistamos três objetos em forma de charuto muito grandes no soalho da Arquimedes. Todos os três objetos tinham o mesmo tamanho; dois deles estavam estacionados na área ao norte e o outro estava na área ao sul. Comparamos o que vimos com o Mapa Seccional Lunar da área da Arquimedes da Força Aérea. No mapa, o soalho da cratera estava relativamente plano, e não foi registrada evidência destes objetos. Eles permaneceram na cratera por várias horas. O diâmetro da Arquimedes tem aproximadamente 80 quilômetros. De acordo com nossas medidas, esses objetos em forma de charuto tinham pelo menos 32 quilômetros de comprimento e aproximadamente 4,8 quilômetros de largura (vejam ilustração 2).
O renomado astrônomo Walter Haas afirmou certa vez que sabia de casos em que astrônomos famosos tinham observado atividades incomuns na Lua, mas se recusaram terminantemente a informá-los ou mesmo discuti-los. Na noite de 10 de julho de 1941, o próprio Walter Haas viu dois clarões de meteoro no intervalo de cinco minutos. Um grupo de astrônomos, organizado por Haas, observou um total de 12 clarões de meteoro cruzando o disco escuro da Lua num período de observação de 170 horas. Isto prova que a Lua possui uma atmosfera densa o bastante para incendiar meteoros. Essa atmosfera produz nuvens nas cores branco, cinza e vermelho. Algumas são tão densas que projetam sombras visíveis. Vez por outra, a cratera Platão, próxima do pólo norte lunar, apresenta suas beiradas cobertas, na maior parte de seus 7.700 quilômetros quadrados, por uma geada ou neve esbranquiçada. Estudos das regiões polares norte e sul sugerem uma concentração maior de nuvens acima dessas áreas. Isso sugere que as temperaturas acima da qüinquagésima latitude norte e da qüinquagésima latitude sul parecem ser mais moderadas, em razão da incidência dos raios solares a partir de certo ângulo. Esse fato torna mais amenas as mudanças, de outra forma drástica, das temperaturas lunares nas regiões do equador. Talvez possamos chamar as regiões polares lunares de zonas temperadas.
O astrônomo Patrick Moore afirmou na revista Omni, de novembro de 1978: "Em nossa fase presente de esclarecimento pós-Apolo, seria errado sugerir que foram resolvidos todos os mistérios da Lua." O sr. Moore fala das coisas curiosas vistas de vez em quando: brilhos tênues, luzes intermitentes, trechos de névoa e vulcões ativos. Ou seja, poder-se-ia dizer: "A Lua está viva e vai bem." Brilhos avermelhados também foram relatados por astrônomos da URSS na cratera Alphonsus e próximo a ela. Também tremores lunares moderados, medidos pelos instrumentos da Apolo, ocorrem com bastante freqüência por ocasião do perigeu.
Em todo caso, a indústria lunar parece ter realizado convenções muito concorridas na cratera Platão nos últimos 50 anos pelo menos. Foram observadas ali fileiras de luzes móveis, e um triângulo de luz brilhou na cratera durante bastante tempo. Trinta luzes brilhantes flamejavam no soalho da cratera ao mesmo tempo, seguindo numa rotina atordoante. Enquanto alguns grupos brilhavam a toda, no mesmo momento outros grupos esmoreciam, assumindo um brilho baço. A Sociedade Astronômica Real Britânica relatou 1.600 observações semelhantes. De quando em quando é observada uma luz brilhante na cratera Aristarco e outra na base oriental dos Alpes lunares. Isto vem acontecendo há mais de cem anos. No Mare Crisium foi observada uma formação de pontos e traços de luz, enquanto a cratera Messier por vezes resplandece com várias luzes brilhantes. A cratera Eudoxus exibiu longas linhas de luz.
Durante uns vinte anos, o Monte Piton, na seção norte do Mare Imbrium, tem emitido raios de luz à maneira de um farol. Não pode haver dúvidas, mesmo nas mentes mais limitadas, de que muitas dessas luzes, e em especial os objetos brilhantes e móveis, são controlados por uma inteligência.
Dave Darling, astrônomo amador, munido de um refletor de 12e 1/2 polegadas, informou-me acerca de seus recentes achados na Lua. Um trecho de sua carta:
"Existe uma convicção crescente de que a Lua é a base de operações da atividade de UFOs vista em nossos céus." Ele relatou os seguintes avistamentos: Um grande objeto em forma de charuto em 16 de abril de 1979, à uma da madrugada, com aproximadamente 16 quilômetros de comprimento e 2,5 metros de diâmetro. Sua cor era prata metálica, projetando uma sombra distinta sobre a superfície lunar. Estava localizado próximo da cratera Isidorus, próximo do Mar de Néctar. O objeto em forma de charuto aterrissou a cerca de 80 quilômetros do pôr-do-sol. Novamente, em 12 de agosto de 1979, às 3:45 da madrugada, Darling informou outro objeto em forma de charuto brilhante, desta vez além da beirada da cratera Romer. Esse objeto tinha mais 32 quilômetros de comprimento, era também de cor metálica prateada, apresentando dois apêndices em forma de asa projetando-se de cada lado, com um quarto de seu comprimento. Depois, o objeto desapareceu do terraço plano no lado oeste da beirada da cratera.
Há algum tempo, o sr. Darling chamou minha atenção para uma plataforma grande que ele observara ao sul da cratera Arquimedes. A plataforma tem oito quilômetros de comprimento, cerca de 1,6 quilômetro de largura, apresentando elevação de cerca de 1.500 metros. Aproximadamente 20 fotografias lunares, tiradas tanto nas missões Orbiter como Apolo, mostram essa plataforma incomum - que, aliás, não está demarcada nos mapas lunares da área da Arquimedes da Força Aérea (vejam ilustração nº 3).
Descobri também várias plataformas a aproximadamente 48 quilômetros ao nordeste da mencionada acima. Elas, porém, se apresentam numa fileira de cinco, tendo talvez um significado simbólico, embora pareçam grandes letras (vejam ilustrações nº 4 e nº 5).
É necessário compreender que aproximadamente 90 por cento dos estudos lunares são realizados por astrônomos amadores. Os grandes instrumentos profissionais, tal como o telescópio de 200 polegadas de Mt. Palomar' são considerados potentes demais para observações lunares. Os telescópios muito potentes têm tendência de ampliar muito partículas atmosféricas, sendo mais adequados para estudos de galáxia distantes.
O falecido George Adamski, escritor famoso e astrônomo amador, fotografou pelo menos oito quadros lunares, de 1948 a 1952, mostrando atividade de UFO sobre a Lua ou próximo dela. Todas as fotografias foram tiradas por meio de telescópios (vejam ilustrações nº 6 a nº 10).
ANÁLISE DE CIVILIZAÇÕES AVANÇADAS
A identificação da tecnologia de uma civilização superior desconhecida em outro corpo planetário, como a Lua, por exemplo, nos apresenta um desafio interessante. É difícil identificar qualquer coisa com a qual não estejamos familiarizados, por conseguinte, negligenciamos muitos objetos artificiais presentes na superfície lunar. Além disso, as idéias e teorias preconcebidas antiquadas que nos ensinaram durante muitos séculos e nos martelaram nas mentes contribuíram de forma relevante para nossa incapacidade de compreender. Podemos dizer que vemos, mas como não a coisa não deveria estar lá, simplesmente não acreditamos que realmente exista.
Talvez devido a esse fato, tenham sido divulgadas tantas fotografias lunares em muitas publicações diferentes, que realmente mostram fortes evidências de vida na Lua. Não apenas musgo e líquens primitivos, como também arbustos e árvores, grama, e até mesmo muitas instalações artificiais. Como a maioria das pessoas não está familiarizada com o conteúdo dessas fotografias, fica difícil reconhecer essas anomalias lunares. E como a maioria dos cientistas de alto nível não ousam se manifestar com medo de pôr em risco suas posições, em alguns casos essas fotografias estão totalmente esquecidas hoje.
Para mim, é bastante óbvio que permitiram que os objetos artificiais, UFOs e construções inteligentes permanecessem nessas fotografias para, no caso de acontecimentos e pesquisas futuros determinarem o que está acontecendo lá em cima, os altos funcionários poderão se afirmar com toda inocência: "Bem, nós divulgamos, mas não sabíamos o que era." Na minha opinião isso seria livrar a cara com esperteza.
Temos de reconhecer que nem toda a maquinaria avançada precisa ser altamente complicada. Com freqüência, as tecnologias, ao evoluir, efetivamente simplificam as máquinas, sua forma e os métodos de propulsão. Não resta dúvida de que o verdadeiro progresso mecânico de uma civilização avançada é atingido por meio de sua manobrabilidade aérea ilimitada. Veículos de todas as formas e tamanhos, destinados a qualquer propósito concebível, propulsados por uma forma de energia livre, tal como a propulsão eletromagnética, são necessários para transporte de cargas, mercadorias e pessoal. As estradas e auto-estradas tornam-se então obsoletas e, como tal, não são encontradas na Lua. Foram encontrados, e se assemelham bastante a estradas, o que parecem ser túneis e grandes sistemas tubulares, que talvez sejam pressurizados para uso em operações de mineração. Foram fotografados rastos de veículos no solo, colinas acima e abaixo. Pelo que sei, esses grandes veículos, alguns com 22 metros de largura, parecem examinar o solo em busca de possibilidades futuras de mineração. Os rastos deixados por esses veículos mostram "alinhavos" definidos feitos por algum tipo de veículo munido de correias. Até mesmo numa civilização avançada que dispõe de manobrabilidade aérea total, é necessário que os veículos que entrarem em contato com o chão colham amostras de solo. Devemos também saber que não podemos comparar nossa tecnologia com a de outros seres de outro planeta. Embora eu tenha certeza de que existem algumas semelhanças, dispositivos diferentes de transporte, cultivo, moradia, etc. podem ter evoluído muito além da compreensão da maior parte .

O Mal existe realmente?? meditem nisso!

Certo dia um professor ateu desafiou seus alunos com a seguinte pergunta:
"Deus fez tudo o que existe?"
Um estudante respondeu corajosamente: "Sim, fez!"
"Deus fez tudo, mesmo?" Insistiu o professor.
"Sim, professor" respondeu o jovem.
O professor replicou: "De Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe. E, considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, e somos a imagem e semelhança de Deus, então Deus é o mal.
O estudante calou-se diante de tal afirmativa e o professor ficou feliz por haver provado uma vez mais que a fé era um mito.
Outro estudante levantou sua mão e disse: "Posso lhe fazer uma pergunta, professor?"
"Sem dúvida", respondeu-lhe o professor.
O jovem ficou de pé e perguntou: "Professor, o frio existe?"
"Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?"
O rapaz respondeu: "Na verdade, professor, o frio não existe. Eu não sou especialista no assunto, mas, segundo as leis da física, o que consideramos frio é, na realidade, ausência de calor.
Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia.
O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor."
E a escuridão, existe?" Continuou o estudante.
O professor respondeu: "Mas é claro que sim."
"Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é,na verdade, a ausência da luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda.
A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca.
Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço?
Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo?
Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente."
Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor: "Diga, professor, o mal existe?"
Ele respondeu: "Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal."
Então o estudante disse: "O mal não existe, professor, ou, pelo menos, não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência do bem.
O mal, como acontece com o frio e o calor, é um termo que o homem criou para descrever essa ausência do bem.
Assim sendo, o mal não existe, Deus não fez o mal. Existe sim o amor, a fé, como existe a luz e o calor.
Já o mal é resultado da falta de Deus, ou seja do Amor nos corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz."
Diante da lógica da argumentação do aluno, o professor calou-se pensativo.
O Mal não tem vida própria, é apenas a ausência do bem. Onde o Bem se faz presente o Mal bate em retirada. Já o amor é de essência divina, e está presente nos corações de todos os homens, mesmo que em estado latente, esperando a oportunidade degerminar, crescer e florescer.

Oh! Revesti-vos de um vestido
bizarro e alegre, bebei alcool
e olhai nos olhos das vossas
belas mulheres. Bendito seja
o Nosso Senhor do Tridente
que encontrou que a via da
salvação passava por ali.

Mattavilasaprahsan